NAURE

Escolho o que usaria. O resto não entra.

Corrente Figaro em ouro sobre rocha vulcânica preta, luz lateral dourada — NAURE

A Fundadora

Sou a Camilla. Fundei a NAURE no Porto em 2026, depois de anos a procurar uma corrente que pudesse ser minha sem pedir licença — e a não encontrar.

Comecei a comprar peças para mim. Depois para amigas. Sempre com o mesmo critério: prata 925 ou vermeil 18k a sério, peças que parecem mais caras do que são, e que ficam — não passam. Quando o critério já tinha nome, virou marca.

— Camilla

Uma corrente de homem. Reapropriada por uma mulher com olho próprio.

Foi assim que começou.

Cada peça passa pelas mesmas mãos antes de chegar às suas mãos.

Sem equipa de compras. Sem algoritmos. Sem tendências.

O Critério

Uma peça entra na NAURE se eu a usaria. E só.

O resto é técnico.

Entra

  • Prata 925 certificada
  • Vermeil 18k com 2.5 microns mínimo
  • Pedras semipreciosas naturais
  • Peças com peso, presença, ponto de vista

Não entra

  • Banhado simples que escurece
  • Turquesa, pedras sintéticas
  • Minimalismo sem alma
  • Peças que poderiam estar em qualquer lado
Conhecer a matéria
Pescoço e clavícula com correntes em camadas em ouro — NAURE

Feita no Porto. Para quem reconhece, em qualquer lugar.

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